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I couldn’t leave Paris without visiting the foundation of one of my favourite photographers.

It has three floors and a mezzanine. The last floor has some photos from Henri Cartier-Bresson himself – and they’re so beautiful!!! – and the mezzanine has some of his drawings. The other two floor have temporary exhibitions.

The temporary exhibition I saw was from Yutaka Takanashi that seemed to be made of two parts, that I may have understood better after reading his sentence from the exhibition’s leaflet – “À mesure que j’avançais, je réalisais que deux photographes coexistaient en moi, l’un le «chausser d’images» qui essayait de capter l’invisible, l’autre «le glaneur» qui tentait de saisir le visible” – I think I liked the photographer who tries to capture the invisible better.

Contrary to the exhibitions from the two previous posts (Helmut Newton’s also finishes tomorrow), I give you a bit more time to visit this one, if you so wish. It finishes on the 29th July.

Não podia deixar de visitar a fundação daquele que é um dos meus fotógrafos preferidos.

A fundação é constituída por três andares e uma mezzanine. O último andar tem expostas fotografias do próprio Henri Cartier-Bresson – e que lindas são!!! – e a mezzanine, desenhos feitos por ele. Os outros dois andares alojam exposições temporárias.

A exposição temporária patente era do fotógrafo Yutaka Takanashi que parecia ser constituída por duas partes, que talvez tenha percebido melhor depois de ler a frase de Takanashi no panfleto da exposição – “À mesure que j’avançais, je réalisais que deux photographes coexistaient en moi, l’un le «chausser d’images» qui essayait de capter l’invisible, l’autre «le glaneur» qui tentait de saisir le visible” – acho que gostei mais do fotógrafo que tenta capturar o invisível.

Ao contrário das exposições dos 2 últimos posts (a do Helmut Newton também acaba amanhã), dou-vos um pouco mais de tempo para visitarem esta se assim desejarem, estará patente até dia 29 de Julho.