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This post comes with an alarming delay…

I went to see the play on the last day it was playing, in January, on it’s second set of shows. Even if it’s not shown again and there’s no possibility of whomever is reading me to see it, I think it’s important to talk about good projects, as I consider to be the the theatre company – Musgo.

I had already talked about one of their plays here, even if back then they hadn’t formed into a company yet.

This A Casa de Georgienne (Giorgienne’s House) follows a group of people who share a house, around it’s many rooms, and that’s exactly what the public does, we went around the rooms of a fantastic house in the centre of Porto. Besides the different way of showing a play, the humour and verisimilitude of the characters behaviour, made me like this play very much.

I didn’t take my camera, so these pictures were the best my cell phone could achieve. The 1st one is the scenery in the last scene and the 2nd one, one of the beautiful details of the house where the play took place.

SEMC 3MP DSC SEMC 3MP DSCEste post já tem um atraso considerável…

Na realidade, fui ver a peça no último dia em que esteve em cena, em Janeiro, já após duas reposições. Contudo, mesmo que não volte a ser reposta e não haja a possibilidade de quem me esteja a ler venha a ver esta peça em particular, é sempre importante falar de bons projectos, como considero ser a Companhia de Teatro – Musgo.

aqui tinha falado de uma outra peça criada por este mesmo grupo de pessoas, na altura ainda não como companhia organizada.

Esta A Casa de Georgienne segue um grupo de pessoas que partilham a mesma casa pelas suas várias divisões e o público, faz isso mesmo, passeia-se pelas várias divisões de uma casa fantástica no centro do Porto. Para além da forma diferente à qual estamos habituados, o humor e verosimilhança dos comportamentos das personagens, fizeram com que gostasse bastante deste trabalho.

Não levei a máquina comigo, por isso estas fotos são o máximo de que o meu telemóvel é capaz. A primeira mostra o cenário final da peça e a segunda um dos fantásticos pormenores da casa escolhida como cenário.